Mapeamento, caracterização e monitorização do ecossistema nacional de supervisão ética da investigação em Portugal
Caracterização detalhada dos diferentes tipos de comissões de ética no sistema nacional português
Dados de monitorização e caracterização da actividade do ecossistema nacional de comissões de ética
Questões chave identificadas no panorama nacional que requerem harmonização e reforma
Ausência de rede formal e articulada entre Comissões de Ética para a Saúde. As comissões funcionam em silos institucionais sem mecanismos de coordenação sistémica, comunicação ou partilha de boas práticas.
Critérios de avaliação ética divergentes entre comissões. Investigadores reportam decisões inconsistentes para protocolos similares, gerando incerteza regulatória e dificuldade em estudos multi-site.
Sistemas de informação heterogéneos e frequentemente analógicos. Muitas comissões ainda utilizam submissão em papel, gestão manual de protocolos e relatórios, prejudicando eficiência e rastreabilidade.
Formação insuficiente de membros de comissões. Rotatividade elevada, falta de programas de desenvolvimento contínuo e ausência de standards nacionais de competência dos membros.
Falta de publicação sistemática de dados de actividade. Dados sobre volume de protocolos, prazos, resultados e indicadores de desempenho não são centralizados ou públicos, limitando visibilidade sistémica.
Dificuldade de comunicação entre CES, CEIC e INFARMED. Sistemas não conversam, criando redundância, atrasos e riscos em estudos que envolvem múltiplas comissões ou centros participantes.
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